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Alessandra Ambrósio, BrazilFoundation e uma noite em Nova York onde influência encontra propósito.

Alessandra Ambrósio será homenageada pela BrazilFoundation no New York Gala 2026, ao lado do Instituto Burle Marx, em uma noite que promete reunir moda, cultura, filantropia e algumas das pessoas mais influentes do Brasil e do mundo.

Nova York tem dessas coisas. Uma noite você pode estar diante de um dos endereços mais icônicos de Manhattan, cercada por vestidos impecáveis, champagne e nomes que dispensam apresentações. Na noite seguinte, pode descobrir que, por trás de todo esse glamour, existe algo muito mais interessante acontecendo: pessoas usando sua influência para fazer alguma coisa pelo mundo.

No dia 17 de setembro, o The Plaza Hotel será palco do New York Gala 2026, principal evento de captação de recursos da BrazilFoundation nos Estados Unidos. E, entre os nomes que estarão sob os holofotes, está Alessandra Ambrósio, que receberá o Philanthropy Leadership Award.

A escolha parece especialmente adequada.

Há mais de quinze anos, Alessandra mantém uma parceria com a BrazilFoundation, participando de iniciativas que aproximam a filantropia brasileira de uma audiência internacional. Dos eventos beneficentes realizados durante os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro às campanhas globais de arrecadação, sua influência deixou de ser apenas uma questão de moda para se transformar em uma ferramenta de mobilização.

Foto divulgação

E talvez essa seja uma das formas mais interessantes de pensar sobre celebridade hoje: o que fazemos com a atenção que recebemos?

Da passarela para a causa

Em 2024, depois das enchentes que devastaram o Rio Grande do Sul, estado natal de Alessandra, a modelo e empresária criou, em parceria com a BrazilFoundation, o Brazilian Soul Fund.

O que começou como uma iniciativa emergencial para apoiar as comunidades afetadas ganhou novos contornos ao longo do tempo. Até agora, o fundo arrecadou aproximadamente US$ 340 mil.

O projeto também ganhou uma dimensão internacional durante o Festival de Cannes, onde um jantar beneficente reuniu empresários, filantropos, artistas e personalidades de diferentes partes do mundo em uma mobilização em favor das vítimas das enchentes no Sul do Brasil.

Porque, aparentemente, até Cannes pode servir para lembrar que o glamour é ainda mais interessante quando tem uma causa por trás.

Um legado que merece ser celebrado

Mas Alessandra não será a única homenageada da noite.

Pela primeira vez, a BrazilFoundation entregará o Cultural & Environmental Legacy Award ao Instituto Burle Marx, em reconhecimento ao trabalho de preservação e difusão do legado de Roberto Burle Marx.

E aqui a história ganha uma camada ainda mais brasileira.

Criado em 2019, o Instituto preserva um dos mais importantes acervos de paisagismo do país, são mais de 150 mil itens, entre projetos, desenhos, fotografias, documentos e correspondências que registram quase sete décadas da produção de Burle Marx e de seus colaboradores.

Mais do que guardar memória, o Instituto trabalha para manter vivo um pensamento: cidades podem ser mais verdes, sustentáveis, inclusivas e acolhedoras. E o paisagismo pode ser, ao mesmo tempo, arte e instrumento de transformação social.

E então entra Daniel Urzedo

Se toda grande noite precisa de alguém capaz de fazer as conexões acontecerem, o New York Gala 2026 encontrou seu nome em Daniel Urzedo, escolhido como Chair da edição.

Foto divulgação

Sua relação com a BrazilFoundation começou em 2006. Desde então, Daniel ajudou a ampliar a comunidade internacional da fundação, conectando a instituição a doadores, empresários e marcas como Ralph Lauren, Moncler, Alexandre Birman e Chanel, além de apoiar iniciativas como o Ballet Paraisópolis.

Agora, à frente do Gala, ele terá justamente essa missão: reunir sua rede global para transformar encontros em parcerias e visibilidade em recursos.

Como ele próprio resume, Alessandra representa uma geração de brasileiros que utiliza sua projeção global para criar oportunidades concretas de impacto.

E talvez seja essa a verdadeira história por trás de uma noite no Plaza.

Porque, no fim, Nova York sempre foi sobre quem está na sala. Mas algumas noites são sobre o que essas pessoas decidem fazer depois que as portas se fecham.

E se existe uma tendência que nunca sai de moda, talvez seja essa: usar o privilégio de ter voz para fazer com que outras vozes também sejam ouvidas.

Sobre a BrazilFoundation

Há 26 anos, a BrazilFoundation mobiliza recursos para iniciativas que transformam vidas em diferentes regiões do Brasil, conectando líderes, filantropos e organizações da sociedade civil em torno de causas como equidade, justiça socioambiental e ampliação de oportunidades.

Desde sua criação, a fundação já investiu mais de US$ 61 milhões em cerca de 1.100 organizações.

Nada mal para uma noite que começa com um convite para o The Plaza.

E termina, esperamos, com algo muito maior do que uma boa foto.

O luxo de desacelerar

Em uma época em que tudo acontece depressa, o verdadeiro privilégio talvez seja poder escolher o próprio ritmo.

Talvez o verdadeiro luxo dos nossos dias não esteja em possuir mais, mas em precisar de menos pressa.

Durante muito tempo, a ideia de luxo esteve ligada àquilo que poucos podiam ter: uma joia rara, uma bolsa desejada, um carro exclusivo, uma suíte com vista para o Mediterrâneo. Mas, em um mundo em que quase tudo pode ser comprado e quase tudo chega em poucos cliques, existe uma moeda que continua escassa: o tempo.

Tempo para acordar sem correr. Para tomar um café ainda quente sem responder mensagens. Para cuidar da pele sem transformar o skincare em uma obrigação. Para viajar sem fotografar cada segundo. Para simplesmente não fazer nada.

E talvez seja justamente aí que o wellness encontre sua versão mais sofisticada.

O novo símbolo de status

Existe algo quase revolucionário em não estar disponível o tempo inteiro.

Vivemos conectados, informados e permanentemente ocupados. A agenda cheia passou a ser confundida com sucesso; a exaustão, com produtividade. Até o descanso ganhou metas: quantas horas dormir, quantos passos dar, quantos treinos completar.

Mas o novo luxo parece caminhar na direção contrária.

Não se trata de abandonar a ambição ou romantizar uma vida perfeitamente lenta. Trata-se de recuperar a possibilidade de escolher o próprio ritmo. De entender que cuidar de si não precisa ser mais uma tarefa na lista.

O verdadeiro privilégio é ter tempo e saber onde colocá-lo.

Quando o cuidado vira experiência

Não é por acaso que hotéis de luxo investem cada vez mais em spas, experiências de sono, gastronomia saudável, terapias, tratamentos corporais e programas de bem-estar.

O luxo deixou de ser apenas aquilo que impressiona os olhos. Ele também precisa ser sentido.

Uma massagem depois de uma viagem longa. Um banho demorado. Uma manhã sem compromissos. Uma refeição preparada com atenção. Uma cama impecável em um quarto silencioso. Uma caminhada sem destino.

São experiências aparentemente simples, mas que carregam algo cada vez mais raro: presença.

O wellness contemporâneo não fala apenas sobre aparência ou performance. Ele fala sobre como queremos nos sentir.

O prazer de não fazer nada

Talvez uma das formas mais sofisticadas de liberdade seja não precisar transformar cada momento em produtividade.

Descansar sem culpa. Ficar em silêncio. Ler algumas páginas. Olhar pela janela. Passar uma tarde sem produzir, publicar ou explicar.

Durante anos, fomos ensinados a preencher todos os espaços vazios. Hoje, começamos a perceber que o vazio também pode ser uma forma de riqueza.

Porque existe uma diferença entre estar ocupado e estar vivendo.

Menos pressa, mais intenção

Desacelerar não significa desaparecer do mundo.

A vida continuará acontecendo. Haverá reuniões, viagens, prazos, mensagens, projetos e decisões. O objetivo não é viver em câmera lenta, mas aprender a escolher quando acelerar e, principalmente, quando não fazê-lo.

Talvez seja por isso que o chamado slow living tenha encontrado tanta força entre aqueles que vivem justamente no ritmo mais acelerado.

Não é sobre ter uma vida perfeita, em uma casa perfeitamente iluminada, tomando café perfeitamente servido.

É sobre recuperar pequenos espaços de autonomia.

Um domingo sem agenda. Um almoço sem celular sobre a mesa. Uma noite em que o relógio não dita a hora de ir embora.

O luxo de estar presente

Existe uma certa ironia em tudo isso.

Passamos anos tentando conquistar coisas que nos dariam liberdade para, finalmente, ter tempo. E quando conseguimos, muitas vezes não sabemos mais como ficar parados.

Talvez o próximo capítulo do luxo seja justamente esse aprendizado.

Não possuir mais.

Sentir mais.

Viajar para experimentar, e não apenas para chegar. Escolher um hotel pelo silêncio, não apenas pelo endereço. Comprar menos e escolher melhor. Cuidar do corpo não como punição, mas como celebração. Entender que beleza também pode ser descanso.

No fim, o luxo pode estar menos relacionado ao excesso e mais à possibilidade de viver uma vida que não precisa ser constantemente acelerada para parecer importante.

Porque talvez o maior privilégio de todos seja poder olhar para o relógio e perceber que, pela primeira vez, você não precisa correr.

E talvez seja esse o verdadeiro luxo de desacelerar.

Não ter pressa.

O novo luxo nasce no campo: de Gusttavo Lima a Jon Vlogs

Continuando a nossa série, um novo tipo de convite circulando e ele não chega em papel texturizado nem exige dress code escrito. Ele simplesmente acontece. No som de cascos no chão, no pôr do sol que parece calculado e na poeira que sobe quase como cenário.

Quando foi que o campo deixou de ser apenas destino e passou a ser linguagem?

A primeira edição da cavalgada de Gusttavo Lima talvez tenha sido a resposta mais recente e mais interessante para essa pergunta. Mais do que um evento, foi um encontro. Daqueles onde tradição e espetáculo caminham lado a lado, sem esforço.

Não foi apenas sobre percorrer 12 quilômetros de estrada de terra, foi sobre quem estava ali, sobre o que aquele encontro representava e, principalmente, sobre a estética silenciosa que se formava entre um passo e outro dos cavalos.

Porque, no fim, o campo também é palco.

Foto reprodução Instagram @calvagadadoembaixador

E naquele domingo, 26 de abril, ele reuniu mais do que convidados: reuniu narrativas. Entre autoridades como Daniel Vilela e Ronaldo Caiado, celebridades e nomes que orbitam esse novo lifestyle rural, a cavalgada deixou de ser apenas tradição, tornou-se símbolo.

Símbolo de um Brasil que mistura poder, cultura e entretenimento sem precisar separar os universos.

O percurso, que partiu da Fazenda Lumiar, começou quase como um ritual. O sol alto, o ritmo cadenciado dos cavalos e, em determinado momento, a música. Porque claro, quando se trata de Gusttavo Lima, até o trajeto vira espetáculo. Entre uma canção e outra, o público não apenas assistia, mas participava. Como se tudo ali estivesse perfeitamente alinhado entre o espontâneo e o cuidadosamente planejado.

E talvez esteja mesmo.

Com uma curadoria que incluía desde café da manhã até churrasco e open bar, além de uma estética que já nasce instagramável, o evento desenhou um novo tipo de experiência: aquela que mistura tradição rural com desejo contemporâneo. Onde o ingresso não compra apenas acessom compra pertencimento.

Foto reprodução Instagram @calvagadadoembaixador

E então, entre um passo e outro, lá estava ela: Andressa Suita mais uma vez traduziu com precisão esse código. Elegante sem esforço, ela parecia entender algo que nem todos ainda perceberam: o campo deixou de ser cenário coadjuvante e passou a ser protagonista.

Foto reprodução Instagram @andressasuita

No meio disso tudo, até os detalhes técnicos, como as exigências sanitárias e o cuidado com os animais, parecem contribuir para algo maior: uma experiência onde tradição, responsabilidade e imagem coexistem.

Porque talvez o novo luxo não esteja no excesso. Mas na intenção.

E, entre cascos, música e pôr do sol, ficou a sensação de que o campo brasileiro não está apenas sendo redescoberto.

Ele está sendo reinterpretado.

Mas o mais curioso é perceber quem mais tem entendido esse movimento.

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E talvez o ponto mais interessante dessa história esteja justamente em quem chega e em como chega.

Jon Vlogs, cada vez mais presente nesse universo, parece ter entendido algo que a cidade, com toda sua pressa, já não consegue oferecer: uma autenticidade que não pode ser filtrada.

Mas não se engane, não estamos falando de um retorno ao passado.

Estamos falando de uma atualização.

Entre cavalos, bastidores de shows sertanejos e encontros que misturam artistas, influenciadores e figuras do agro, Jon transita com naturalidade por um território que antes parecia segmentado. E talvez seja exatamente isso que o torne tão relevante: ele não pertence a um único mundo, ele conecta vários.

Foto reprodução Instagram @jonvlogs

Porque hoje, o campo também é live.

É câmera ligada, é storytelling em tempo real, é o instante transformado em conteúdo sem perder a sensação de que aquilo ainda é, de fato, vivido. Existe uma estética quase crua nisso tudo. Menos produção aparente, mais verdade percebida. E, curiosamente, isso é o que mais engaja.

Foto reprodução Instagram @jonvlogs

Ao mesmo tempo, há uma outra camada que começa a ganhar força: a da vaquejada.

Um universo que sempre existiu, mas que agora começa a ser reinterpretado sob uma nova lente. Arquibancadas cheias, energia pulsante, competição, música, estilo tudo isso embalado por uma geração que entende que tradição também pode ser tendência.

E Jon está ali. Observando, participando, registrando.

Foto reprodução Instagram @jonvlogs

Não como alguém de fora, mas como parte dessa narrativa em construção.

Porque, no fim, talvez o que esteja acontecendo não seja apenas uma migração estética da cidade para o campo.

Mas uma fusão.

Onde o lifestyle digital encontra a poeira da arena, onde o entretenimento encontra a tradição e onde viver deixou de ser suficiente. Agora, é preciso sentir, mostrar e transformar.

E me diga… quando foi que o campo deixou de ser bastidor e virou, de vez, protagonista?

E enquanto alguns ainda associam o campo ao descanso, outros já entenderam que ele também é negócio.

Turquia, velocidade e destino: quando a Fórmula 1 volta para casa

O retorno do GP da Turquia reacende a memória de uma pista com alma e de tudo o que algumas paixões são capazes de construir.

Foto reprodução: Pool/Getty Images

Para fazer da minha sexta o melhor dia da semana, recebemos a melhor notícia: o retorno do GP da Turquia.

E talvez muitos ainda não saibam, mas se você está aqui lendo esta revista, a Turquia tem certa responsabilidade por isso.

Foi durante a pandemia, quando o mundo desacelerou, que eu me conectei com a cultura turca. E foi ali, entre imagens de Istambul, tecidos, arquitetura, novelas e um certo senso de beleza melancólica, que nasceu a semente da minha marca. Alguns anos depois, desta revista também.

Por isso, a confirmação de que o GP da Turquia retorna ao calendário da Fórmula 1 em 2027 parece menos uma notícia esportiva e mais um reencontro.

O icônico Istanbul Park, uma das joias desenhadas por Hermann Tilke, estará de volta com contrato até 2031. E há algo poeticamente elegante nisso: uma pista que chegou a ser quase esquecida, transformada em estacionamento, retorna ao centro do mundo com a mesma força com que certas paixões reaparecem na vida.

Porque algumas coisas nunca desaparecem de verdade. Apenas esperam o momento certo para voltar.

Bryn Lennon/Getty Images

E que pista para um retorno. A lendária Curva 8, reverenciada como uma obra-prima técnica. As três vitórias de Felipe Massa. O sétimo título de Lewis Hamilton, empatando com Michael Schumacher em uma tarde histórica de chuva e caos.

Istambul nunca foi apenas um circuito. Sempre foi atmosfera.

E talvez seja isso que torna essa volta tão sedutora. Em uma era em que o calendário da Fórmula 1 se expande com novos mercados e apostas grandiosas, a Turquia traz de volta algo raro: personalidade.

Há pistas eficientes. Há pistas espetaculares. E há pistas com alma.

Istambul pertence à última categoria.

Também existe um simbolismo irresistível no timing desse anúncio. Em meio ao hiato inesperado da categoria antes de Miami Grand Prix, a notícia do retorno turco funciona quase como um presente para quem entende que Fórmula 1 também é narrativa, estética e desejo.

Não por acaso, o interesse do público turco explodiu nos últimos anos. Talvez porque o país, como poucos, compreenda a beleza do drama. E o automobilismo, no fundo, é isso.

Velocidade com emoção.

E eu não pude deixar de pensar: se algumas das coisas mais importantes da minha vida nasceram da Turquia, talvez esse retorno diga algo maior sobre ciclos.

Sobre o que volta quando estamos prontas.

Sobre destinos que fazem curvas, às vezes uma Curva 8 inteira, apenas para nos levar de volta ao ponto certo.

E honestamente?

Há notícias.
E há notícias que parecem sinais.

Essa, definitivamente, foi uma delas.

Miami, velocidade e desejo: onde a Fórmula 1 vira espetáculo

E talvez um segredo brasileiro esteja prestes a acelerar corações.

Foto: Rudy Carezzevoli/Getty Images

Depois de uma corrida no Japão que mais pareceu roteiro de filme com Kimi Antonelli cruzando a linha de chegada como protagonista de uma nova geração, a Fórmula 1 faz algo raro: pausa. Um mês inteiro de silêncio entre motores, como aquele intervalo estratégico entre um encontro e outro… só para aumentar a expectativa.

E então, Miami.

Entre os dias 01 a 03 de maio, o Grande Prêmio de Miami assume o papel do capítulo quatro da temporada reposicionado no calendário após o cancelamento das etapas no Oriente Médio, em meio às tensões envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. Porque, no fim, até na Fórmula 1, o mundo real interfere no glamour.

Mas Miami não é sobre interrupções. É sobre excessos.

Construído ao redor do Hard Rock Stadium casa do Miami Dolphins, o circuito é praticamente um desfile a céu aberto. Um lugar onde o barulho dos motores compete com o tilintar de taças de champagne, e onde assistir à corrida pode significar estar a bordo de um superiate com ingressos que chegam a R$ 500 mil. Sim, meio milhão para ver carros passarem… e, ainda assim, absolutamente ninguém acha exagero.

Talvez porque, em Miami, tudo seja sobre ser visto.

Na última edição, quem roubou a cena foi Oscar Piastri, elegante e estratégico. Ele ultrapassou Max Verstappen (o nome mais frequente nas vitórias locais) e deixou para trás até mesmo seu companheiro de equipe, Lando Norris, que cruzou em segundo. George Russell completou o pódio, enquanto Gabriel Bortoleto teve um daqueles finais que ninguém posta no Instagram: abandono por falha mecânica.

Foto: Bryn Lennon – Formula 1/Formula 1 via Getty Images

Mas corridas, assim como romances, sempre oferecem revanche.

E aqui vai o que realmente importa: um passarinho verde e você sabe que esses raramente erram sussurrou que o Brasil pode surpreender nesta edição. Não com barulho… mas com presença. E talvez, apenas talvez, com algo que vá além da pista.

Porque no fim, me diga:
Em um lugar onde luxo, velocidade e desejo dividem o mesmo grid… quem precisa de linha de chegada para saber que algo grande está prestes a acontecer?


Horários — GP de Miami (Brasília):
Sexta-feira (01/05)
• Treino livre 1: 13h30
• Classificação sprint: 17h30

Sábado (02/05)
• Corrida sprint: 13h
• Classificação: 17h

Domingo (03/05)
• Corrida: 17h